A maior parte do tempo perdido em um orçamento de madeira é ida e volta de mensagem, esclarecendo o que foi pedido. Com quatro informações a resposta sai de primeira — e com preço que não muda depois.
As quatro informações
1. A espécie. Qual madeira. Se você não sabe, diga o uso ("é para telhado", "é para deck") que a gente indica.
2. A bitola. A seção da peça, espessura por largura. Se souber só o nome — caibro, tábua, viga — já ajuda; a medida exata a gente confirma.
3. O comprimento. Em metros. É a informação mais esquecida e a que mais muda o valor.
4. A quantidade. E aqui vem o detalhe que evita quase todo mal-entendido: diga em que unidade.
A unidade muda tudo
"Preciso de 50" pode significar cinquenta peças, cinquenta metros lineares ou cinquenta metros quadrados. São pedidos de tamanhos muito diferentes.
Trabalhamos com cinco unidades, e o site converte todas para metro cúbico na hora:
- Peças — a mais usada. Você conta quantas quer.
- Metro cúbico (m³) — quando você já fez a conta do volume.
- Metro linear — comprimento total, sem se importar com quantas peças saem.
- Metro quadrado (m²) — área a cobrir, para tábua e assoalho.
- Dúzias — comum em ripa e sarrafo.
Um pedido bem escrito é assim
Angelim-Ferro, ripa de 2,5 × 2,5 cm, 2 m, 40 peças. Entrega em Pelotas.
Com isso a resposta vai completa: valor, prazo e frete.
Ou monte você mesmo
Dá para não escrever nada disso. No catálogo você escolhe a madeira, seleciona bitola, comprimento e quantidade, e o preço aparece na hora. O carrinho fecha o orçamento e manda para a gente com tudo já especificado.
Se a dúvida é a quantidade — quantos caibros um telhado leva, quantas tábuas fecham um deck — comece pela calculadora: você informa as medidas do projeto e ela monta a lista de peças.
Sobre o prazo
Peça o orçamento antes de precisar. Nem toda bitola fica em estoque em todo comprimento o tempo todo, e material sob encomenda tem prazo. Consultar com antecedência custa uma mensagem; descobrir na véspera custa cronograma.